Artroscopia do Quadril

Já há muitos anos os ortopedistas observam pacientes, muitas vezes jovens e esportistas com dor na virilha, glúteos e quadril / bacia, com radiografias sem alterações do espaço articular e exames laboratoriais normais. Durante muito tempo os ortopedistas não familiarizados com estas patologias permaneceram apáticos diante de tais casos, limitando-se a tratar os sintomas de seus pacientes com orientações e mudanças de hábitos. Com o crescente incentivo à prática esportiva, em todas as faixas etárias, tornou-se tarefa difícil o aconselhamento a muitos desses pacientes, que não desejam mudar seus hábitos saudáveis de vida e abandonar o esporte. Além disto, a prática esportiva de competição tem requerido esforço e treinamento excessivo do atleta profissional, o que acaba por fazer com que o ortopedista se depare cada vez mais frequentemente com lesões mais graves neste grupo.

 

A partir deste contexto surgiu o Cirurgião do Quadril / Bacia especialista em Artroscopia. A Artroscopia do quadril / bacia permitiu avaliar as partes moles intra e extra-articulares e as superfícies ósseas, com precisão e mínima morbidade, tratando as doenças relativas ao quadril / bacia de forma minimamente invasiva.

 

As lesões extra-articulares do quadril / bacia usualmente são resultado de atividades de overuse que levam a processos inflamatórios com tendinites e bursites. É importante frisar que alterações extra-articulares podem também advir de uma compensação secundária a doenças intra-articulares do quadril / bacia como o impacto fêmoro-acetabular, podendo manifestar-se como estiramento dos adutores, pubalgia ou bursites, como a trocantérica.

 

As lesões esportivas do quadril / bacia, que geram a dor incapacitante para o esporte, comumente envolvem o labrum. Estas lesões do labrum podem ser oriundas de traumas isolados ou de microtraumas repetitivos, além de alterações ósseas anatômicas, que são fator de risco aumentado para a lesão e ruptura labral, sendo raro e incomum a existência de lesões do labrum isoladas, ou seja, sem um fator de risco determinante, sendo o mais comum o impacto fêmoro-acetabular. Outras causas são: a displasia de desenvolvimento do quadril, sequelas de epifisiolistese e da Doença de Perthes.

Já há muitos anos os ortopedistas observam pacientes, muitas vezes jovens e esportistas com dor na virilha, glúteos e quadril / bacia, com radiografias sem alterações do espaço articular e exames laboratoriais normais. Durante muito tempo os ortopedistas não familiarizados com estas patologias permaneceram apáticos diante de tais casos, limitando-se a tratar os sintomas de seus pacientes com orientações e mudanças de hábitos. Com o crescente incentivo à prática esportiva, em todas as faixas etárias, tornou-se tarefa difícil o aconselhamento a muitos desses pacientes, que não desejam mudar seus hábitos saudáveis de vida e abandonar o esporte. Além disto, a prática esportiva de competição tem requerido esforço e treinamento excessivo do atleta profissional, o que acaba por fazer com que o ortopedista se depare cada vez mais frequentemente com lesões mais graves neste grupo.

 

A partir deste contexto surgiu o Cirurgião do Quadril / Bacia especialista em Artroscopia. A Artroscopia do quadril / bacia permitiu avaliar as partes moles intra e extra-articulares e as superfícies ósseas, com precisão e mínima morbidade, tratando as doenças relativas ao quadril / bacia de forma minimamente invasiva.

 

As lesões extra-articulares do quadril / bacia usualmente são resultado de atividades de overuse que levam a processos inflamatórios com tendinites e bursites. É importante frisar que alterações extra-articulares podem também advir de uma compensação secundária a doenças intra-articulares do quadril / bacia como o impacto fêmoro-acetabular, podendo manifestar-se como estiramento dos adutores, pubalgia ou bursites, como a trocantérica.

 

As lesões esportivas do quadril / bacia, que geram a dor incapacitante para o esporte, comumente envolvem o labrum. Estas lesões do labrum podem ser oriundas de traumas isolados ou de microtraumas repetitivos, além de alterações ósseas anatômicas, que são fator de risco aumentado para a lesão e ruptura labral, sendo raro e incomum a existência de lesões do labrum isoladas, ou seja, sem um fator de risco determinante, sendo o mais comum o impacto fêmoro-acetabular. Outras causas são: a displasia de desenvolvimento do quadril, sequelas de epifisiolistese e da Doença de Perthes.

A lesão labral, causada por alterações morfológicas na estrutura óssea do quadril / bacia, pode levar a sobercarga anormal também da cartilagem articular, com seu consequente afilamento e redução do espaço articular e desgaste do quadril (artrose do quadril / bacia).

 

Com a lesão do labrum e estruturas adjacentes como a cartilagem, pode-se iniciar um processo inflamatório com intensa sinovite, além da formação de corpos livres resultantes de fragmentos de cartilagem desprendidos ou até mesmo de uma doença específica a condromatose sinovial.

 

O grande problema de deixar uma articulação com estas lesões é que estes danos aceleram o processo de desgaste do quadril / bacia fazendo com que este dure menos, até chegar ao ponto que o único recurso disponível para o tratamento é a prótese de quadril / bacia, ou seja, a substituição completa da articulação por uma nova, com componentes mecânicos. Nestes casos com desgaste avançado não é mais possível tratar com a videoartroscopia do quadril / bacia. Assim, a cirurgia pela videoartroscopia do quadril / bacia é a forma mais moderna e menos invasiva de preservar o quadril!

 

Outras doenças que podem ser tratadas pela videoartroscopia do quadril / bacia são:

  • Ressalto interno ou externo (pelo músculo iliopsoas ou o trato da banda íliotibial), comum em atletas como bailarinas, skatistas e lutadores de artes marciais, gerando muito incômodo e dor, podendo levar até ao baixo rendimento e desmotivação.

 

  • Síndrome da banda íliotibial, bursite trocantérica e tendinite do glúteo médio: atualmente estas patologias estão agrupadas e respondem pela queixa de dor na região do grande trocanter (osso mais saliente na lateral do quadril) com a atividade física, sendo comum em corredores.

 

  • Com o avançar da idade, a musculatura do corpo, como um todo, sofre atrofia (enfraquecimento) além de passar por um processo de envelhecimento (degeneração) com a substituição das fibras musculares por tecido de gordura (adiposo). No quadril / bacia, este fenômeno ocorre principalmente na região do grande trocanter (osso mais saliente na lateral do quadril), levando ao processo chamado bursite ou tenobursite trocantérica. Que é uma entidade  clínica de difícil tratamento que causa grande incômodo e desconforto para o paciente, principalmente à noite para dormir.

 

O video com a animação a seguir demonstra como é realizada a videoartroscopia do quadril / bacia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1

Como é no dia da cirurgia? 

“De forma geral, o paciente interna, já é admitido diretamente no bloco cirúrgico, realiza a cirurgia, vai para o quarto após sair do bloco cirúrgico, passa a noite no Hospital e recebe alta no dia seguinte.”

2

Qual é o tipo de anestesia feita?

“A anestesia utilizada de rotina é a raquianestesia, feita juntamente com a sedação, que não deixa o paciente lembrar-se da cirurgia, dormindo durante todo o procedimento.”

3

3

O que preciso levar para o Hospital? 

“Deverá levar todos os exames de imagem e de sangue, pré-operatório, risco cirúrgico, avaliação pré-anestésica, termo de consentimento informado e 1 par de muletas, já para fazer o treino de marcha no dia seguinte.”

4

Por quanto tempo precisarei utilizar as muletas? 
Por quanto tempo precisarei utilizar as muletas? 

“O tempo médio de uso do par de muletas é de 15 dias, mesmo tempo para: o primeiro retorno, retirada dos pontos e voltar a dirigir carros de passeios.”

“O tempo médio de uso do par de muletas é de 15 dias, mesmo tempo para: o primeiro retorno, retirada dos pontos e voltar a dirigir carros de passeios.”

5

Quando poderei pisar e volto a andar? 
Quando poderei pisar e volto a andar? 

“Habitualmente, no dia seguinte a cirurgia, o paciente já fica em pé, pisando com a perna operada sem restrição da carga, ou seja, pisando com todo o peso do corpo. Caso haja alguma restrição para a descarga do peso corporal na perna operada, esta será informada ao paciente.”

“Habitualmente, no dia seguinte a cirurgia, o paciente já fica em pé, pisando com a perna operada sem restrição da carga, ou seja, pisando com todo o peso do corpo. Caso haja alguma restrição para a descarga do peso corporal na perna operada, esta será informada ao paciente.”

6

Fisioterapia: quando iniciar e por quanto tempo? 

“Os exercícios fisioterápicos iniciam-se já no dia da cirurgia ao retornar para o quarto, após o bloco cirúrgico. Em casa, o paciente deverá fazer uma sequência de exercícios 3x ao dia, todos os dias, já a partir do dia seguinte a cirurgia. Na clínica de fisioterapia, o paciente inicia a reabilitação logo após a cirurgia, 3x por semana, realizando em média 20 a 30 sessões. Por volta da sexta/oitava semana dá-se continuidade ao fortalecimento com a musculação, em academia.”

7

Quando poderei retornar ao trabalho? 

“O prazo para retorno ao trabalho varia, de acordo com a atividade exercida e com a correção cirúrgica realizada. Profissionais liberais e autônomos costumam retornar ao trabalho com Home office já de imediato e no escritório em torno de 15 dias. Pacientes que executam trabalhos pesados que requerem maior esforço físico ou que necessitam dirigir por tempo prolongado, costumam retornar ao trabalho em torno de 2 meses, com restrição para atividades pesadas e sem restrições em torno de 4 a 6 meses, dependendo da função que exerce e da correção cirúrgica que foi feita.”

8

Quando poderei retornar ao esporte competitivo? 

“O prazo para retorno ao esporte competitivo varia de acordo com a modalidade esportiva praticada e com a correção cirúrgica realizada. O tempo médio é de 6 meses. A bicileta como forma de ganhar mobilidade articular é estimulada já a partir da terceira semana de pós-operatório e a musculação como forma de fortalecimento entre 6 e 8 semanas de pós-operatório.”

9

Quando poderei viajar? 

“O prazo indicado para realizar viagens mais longas a passeio é de 15 dias, quando se retiram os pontos, libera das muletas e para dirigir veículos.”

10

A cirurgia doi muito? 

“Habitualmente não, a grande maioria dos pacientes não queixam de dor importante no pós-operatório, não necessitando de analgesia com drogas mais potentes como opiáceos, apenas analgésicos comuns. O que ocorre, na verdade, é o relato de melhora e alívio da dor preexistente, que motivou o paciente a buscar atendimento antes da cirurgia, melhorando a qualidade de vida do paciente.”

® 2013 por João Lopo. Site registrado em cartório, todos direitos reservados.

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